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      Priorizar ações com objetivo de conquistar uma maior economia no condomínio é importante para garantir que todos os serviços (essenciais e gerais) funcionem corretamente e sempre dentro da realidade financeira.

      Dentro desse contexto, o síndico precisa buscar as melhores alternativas para que o condomínio mantenha um alto padrão de qualidade para os moradores e ainda tenha uma saúde financeira estável para as próximas gestões.

      Para ajudar na tarefa, neste artigo, apresentaremos seis dicas de como realizar uma boa economia no condomínio. Continue lendo e confira como deixar mais saudável o caixa financeiro do prédio:

      1. Busque corrigir falhas

      Muitos gastos adicionais de um condomínio podem acontecer, por exemplo, em razão de falhas internas, como: vazamentos de água ou lâmpadas com mau contato. Por isso, realizar um trabalho de busca e correção desses problemas é uma ótima maneira de alcançar uma maior economia no condomínio.

      Comece com a identificação de vazamentos de água e outras dificuldades corriqueiras nas áreas comuns. Para que essa ação seja assertiva, é importante que os moradores estejam alinhados com a gestão para autorizar a inspeção dentro dos apartamentos.

      Com isso, o condomínio não apenas resolve problemas pontuais, como também evita gastos com a contratação de engenheiros e profissionais mais gabaritados, caso a situação se agrave.

      Para que a economia seja real, é essencial a aplicação de soluções definitivas, que podem demandar um investimento maior, inicialmente, mas que são mais lucrativas em longo prazo.

      1. Revise as despesas com pessoal e priorize o corte de gastos desnecessários

      Os custos com os colaboradores representam cerca de 65% dos gastos totais de um condomínio. Salários e encargos, como 13° salário, férias, folgas, horas extras, FGTS, PIS, INSS, cesta-básica, vale-transporte, dissídio anual; custo da empresa terceirizada, entre outros, são as despesas que mais pesam no condomínio. Dessa forma, é importante tomar algumas atitudes, como:

      • Ter atenção ao fato dos funcionários estarem fazendo muitas horas extras. Em alguns casos, contratar folguistas pode reduzir os gastos do prédio, assim como planejar as escalas de trabalho corretamente;
      • Caso o condomínio opte por funcionários terceirizados, é importante ser prudente com preços muito baixos e certificar que a empresa contratada mantém em dia suas obrigações com os empregados, como recolhimento de INSS, FGTS e outros;
      • Evitar o acúmulo de funções pelos colaboradores, pois pode ficar ainda mais caro;
      • Na hora da contratação, priorizar os candidatos que moram no entorno do condomínio. Dessa forma, o número de conduções a ser pago é menor e a probabilidade de atraso também.

      Além disso, gastos desnecessários são um dos grandes vilões que oneram as despesas do condomínio. Por exemplo: para economizar energia use:

      • lâmpadas econômicas (algumas marcas têm garantia de 24 meses);
      • sensores de presença.

       

      1. Evite a inadimplência

      Infelizmente, a inadimplência sempre foi uma situação comum em muitos condomínios. Porém, para diminuir gastos e manter as contas em dia, o gestor precisa reverter essa situação.

      Todavia, caso a estratégia não traga os resultados esperados, o síndico pode optar por outros caminhos, como, por exemplo: contar com o serviço de uma administradora, que forneça uma assessoria jurídica específica para esses tipos de casos.

      1. Utilize a tecnologia como aliada

      adoção de tecnologias pode resultar em economia no condomínio de diferentes maneiras. O primeiro ponto é que, a maior parte das ferramentas é desenvolvida com sistemas inteligentes, que facilitam a rotina de trabalho dos profissionais.

      Com isso, não só a eficiência aumenta, mas também a gestão diminui gastos com a contratação de funcionários. Já, no setor administrativo, as ferramentas tecnológicas ajudam na diminuição da taxa de erros e retrabalhos. Assim, são evitados os gastos desnecessários recorrentes dessas situações.

      1. Crie um planejamento coeso para gerar economia no condomínio

      O objetivo principal de uma gestão de condomínio é garantir que as ações tomadas sejam benéficas para todos, ou seja, vantajosas coletivamente. Para isso, é importante que se crie um planejamento inteligente com o intuito de evitar desperdícios e investimentos equivocados.

      Um dos caminhos para ter um planejamento robusto e consistente é apresentar e discutir as pautas nas assembleias gerais de forma clara e objetiva com todos os moradores. Assim, os condôminos terão acesso às informações importantes sobre a saúde financeira do condomínio.

      Além disso, priorize as ações que estejam dentro da realidade financeira do prédio, mas, como dito anteriormente, não inclua soluções paliativas no planejamento geral. A economia no condomínio deve ser real e efetiva.

      1. Conte com os serviços de uma administradora de condomínios certificada

      Por mais que um síndico esteja bem preparado: cuidar da parte administrativa, realizar análises financeiras e construir planos de redução de custos pode ser algo bastante complexo. Além disso, ser o representante legal do condomínio demanda obrigações exclusivas.

      Dessa forma, muitas iniciativas visando economia no condomínio correm o risco de não serem colocadas em práticas ou, pelo menos, de não receberem o acompanhamento correto ou terem resultados desastrosos.

      Por isso, contar com os serviços de uma administradora de condomínio certificada é uma das melhores alternativas para reverter esse cenário. Com o apoio de uma empresa especializada e certificada em sua conduta e nos aspectos profissionais, operacionais e técnicos dos serviços prestados, o síndico tem uma gama de informações confiáveis para reduzir custos sem comprometer qualquer atividade local.

      Enfim, essas foram as melhores dicas para você praticar economia no condomínio de maneira assertiva. Porém, é essencial que todos os moradores entendam e participem das ações visando a redução de gastos desnecessários.

       

      Fonte: PROAD.